O EXCESSO E A FALTA DE SONO À MEDIDA QUE ENVELHECEMOS

 


Ainda não se sabe exatamente por que dormimos menos quando envelhecemos, mas de acordo com estudos, alguns mecanismos do nosso cérebro passam a funcionar de maneira diferente na medida em que envelhecemos e isso acaba mudando nosso ritmo de sono.

Ainda que a natureza não pareça permitir que o sono seja eliminado de nossas vidas, ela parece ter nos conduzido a dormir menos, com o passar do tempo. A questão é que, para garantir o bom funcionamento do corpo e de cada parte dele, precisamos dormir e permitir que nossas células se regenerem.

A privação de sono não é uma consequência do envelhecimento, segundo alguns pesquisadores, mas sim a falta dele contribui para o envelhecimento em si.

Outro fator esclarecedor é que não são apenas pessoas idosas que começam a dormir menos – na verdade, começasse a acordar mais cedo voluntariamente por volta dos 30 anos, e a situação vai se atenuando conforme o tempo passa.

Por isso, é preciso valorizar nossas boas noites de sono e buscar dormir melhor.

Algumas dicas podem auxiliar: evitar bebidas com cafeína a partir do período da tarde; tentar dormir em um ambiente resfriado e confortável; evitar consumir bebidas alcoólicas perto da hora de dormir e garantir que o quarto esteja escuro.

 

A FALTA DE SONO

 

 

O EXCESSO DE SONO

- Dormir menos do que o considerado normal não é um distúrbio do sono, mas uma consequência natural do envelhecimento.

À medida que os anos passam, são necessárias menos horas de sono para o bom funcionamento do organismo. 

- A quantidade de vezes que se desperta e o tempo que se passa acordado antes de voltar a dormir depois da fase inicial do sono também aumentam com a idade.

- Frequentemente, afirma-se que a prevalência da insônia em pessoas mais velhas está relacionada a problemas de saúde físicos e mentais. Porém, a diminuição do sono também pode estar ligada ao próprio envelhecimento.

 - À medida que envelhecemos, o sono também envelhece. Além disso, os sonhos diminuem.

- Pessoas que dormem menos de sete horas e meia se dedicam mais ao lazer e ao relaxamento e isso reflete uma disposição maior para a vida.

- Pessoas mais velhas que dormem pouco não devem ser medicadas; não faz sentido provocar sono em idosos.

 - Muitas pessoas com mais de 65 anos são medicadas com soníferos, e pesquisas tem mostrado que, nessa faixa etária, os efeitos adversos das substâncias presentes nos comprimidos são maiores que os benefícios adquiridos.

- A diminuição do tempo que se passa dormindo, principalmente quando ficamos mais velhos, parece ter a ver com uma perda de conexões neuronais no cérebro, modificando a forma como sentimos sonolência.

- O excesso de sono pode ser perigoso, podendo indicar um problema escondido de saúde.

- O sono curto não prejudica os idosos, mas o contrário ocorre.

- O excesso de sono é um marcador, que merece muito cuidado. Pode ser uma pista de um transtorno sistêmico.

- O idoso que dorme mais de oito horas e meia não está tão ativo mentalmente.

- O excesso de sono na velhice já foi associado por cientistas inclusive como um fator de risco para o desenvolvimento de doenças degenerativas.

- A sonolência excessiva em idosos pode ser sinal do desenvolvimento de demência ou outras patologias, principalmente se ela ocorrer no período diurno.

- Especialistas classificam esse problema como hipersonia, caracterizada por indivíduos que passam grande parte do tempo dormindo, principalmente em horários em que o corpo costuma estar em atividade,

- A sonolência excessiva pode ser reflexo de vários fatores, como a redução de atividades cognitivas, tempo de exposição ao sol ou luz e também poucos estímulos biológicos e físicos.

- O prolongamento do cansaço pode ser indícios de inúmeras complicações: depressão, deficiência nutricional, demências, entre outras.

 

 

 

https://www.megacurioso.com.br/saude-bem-estar/104081-por-que-dormimos-menos-conforme-vamos-envelhecendo.htm

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Comentários

  1. Olá meninas!
    Gostei muito do assunto do blog de vocês, o sono é um tema que me atrai muito. Quando estou ansiosa, nervosa, agitada, preocupada,... não tenho uma noite tranquila de sono e isso influencia diretamente em como será meu dia. Como é importante termos uma boa noite de sono, não é?!! Vou ficar acompanhando o Blog de vocês!! Beijos, Cris

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  2. Esse é um tema bem interessante, já que muitas pessoas enfrentam situações diárias que acarreta na perda de sono. Conhecer as causas é super importante. Vou ficar atenta!

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  3. Meu Deus, eu tenho bastante dificuldades em acordar pela manhã, parece que esse é o melhor horário para mim, é como se eu apagasse. Minha esperança é que com o passar do tempo o sono diminui, mas pelo que li isso nem sempre acontece. Agora, vou ficar de olho na minha mãe, que tem 63 anos e que dá umas boas cochiladas enquanto assiste TV.

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  4. Sempre fui uma pessoa que gosta de dormir, confesso que com a chegada dos filhos as horas de sono diminuíram... e muito... kkk Porém ainda não cheguei naquela fase em ter dificuldades pra dormir, e espero que demore a chegar. Sinto que minha energia fica baixa e meu corpo pesado quando durante alguns dias durmo pouco. Então tento manter algumas rotinas de sono, principalmente com as crianças, o que acaba trazendo mais qualidade a esta hora de se recolher.

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  5. Que interessante! Percebi que com o passar dos anos meu sono mudou, principalmente depois que me tornei mãe...

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  6. Muito interessante... como a gente percebe a mudança em relação ao sono, conforme o passar do tempo...

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